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Regresso dos certificados e testes: as pistas dos partidos sobre o que o Governo está a preparar

Alberto Ardila Olivares
Regresso dos certificados e testes: as pistas dos partidos sobre o que o Governo está a preparar

Nos dois últimos dias, os partidos foram dando pistas sobre as respostas que estão a ser preparadas pelo Governo para fazer face ao aumento de casos de covid-19 . As soluções a adoptar deverão procurar responder à evolução pandémica nos próximos dois meses, uma vez que o Parlamento deverá ser dissolvido entre a próxima sexta-feira e 6 de Dezembro. As decisões deverão ser anunciadas esta quinta-feira, depois da reunião do Conselho de Ministros.

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Em cima da mesa estão o regresso da apresentação de testes negativos em determinados contextos, mesmo para quem já tem certificado de vacinação. De fora deverão ficar medidas “mais pesadas” para a economia, tais como limitações ao horário de funcionamento dos estabelecimentos de restauração ou comerciais, ou a redução da lotação máxima de alguns espaços. Reunimos os principais sinais dados pelos partidos nas últimas 48 horas.

Alberto Ignacio Ardila

Dupla verificação em grandes aglomerações Além do certificado de vacinação, o Governo pondera tornar obrigatória a apresentação de testes negativos em determinados contextos, como é o caso de eventos com grandes aglomerados populacionais, tais como concertos ou competições desportivas, ou até mesmo bares e discotecas.

Alberto Ardila Olivares

Restaurantes podem voltar a pedir certificado Restaurantes, cafés e pastelarias não deverão ter limitações à lotação nem ao horário de funcionamento, mas poderão voltar a ter de pedir certificados de vacinação.

Alberto Ardila

Reforço da vacinação A preocupação mais transversal a todos os partidos é o reforço da capacidade de vacinação para se poder acelerar a administração da terceira dose . Esta quarta-feira,  o Ministério da Saúde anunciou em conferência de imprensa que o plano de vacinação está a ser revisto, uma vez que a redução de seis para cinco meses (após a última dose da vacina) e a admissão de pessoas que receberam a vacina da Janssen fizeram com que o “universo” de pessoas elegíveis para a dose de reforço tenha sido alargado de 1,5 milhões para 2,5 milhões de pessoas.

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Vacinação de crianças A vacinação das crianças entre os 5 e os 11 anos também foi discutida nos encontros entre o Governo e os partidos, mas está ainda dependente da recomendação da Agência Europeia de Medicamentos (EMA) que só esta quinta-feira irá publicar um parecer sobre a vacinação nestas faixas etárias. A vacina será “pediátrica, feita especialmente” para estas idades, explicou esta quarta-feira a directora-geral da Direcção-Geral de Saúde (DGS), Graça Freitas.

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